
A Figalli nasceu de uma coleção particular — décadas de convívio com tapetes tecidos à mão entre os séculos XIX e XX, escolhidos um a um na origem: Pérsia, Cáucaso, Anatólia e Índia.
Cada peça do acervo foi examinada nó por nó: a lã, as tinturas vegetais, a assimetria honesta do trabalho humano, a pátina que só o tempo tece. O que não passa nesse exame, não entra.
Vendemos poucos tapetes por ano, para poucas casas. É assim por escolha.
Cada tapete escolhido pessoalmente, com atribuição de origem e época estudada.